O curso é muito bom, prepara para Gerenciar Projetos na Prática.
26 / setembro / 2026
360 h/a
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Mestrado em Engenharia de Produção – Pesquisa Operacional pela COPPE/UFRJ, com forte atuação em simulação, programação matemática, análise multicritério e aplicações práticas em logística e sistemas complexos. Possui pós-graduação em Gestão Estratégica pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de especialização em Engenharia de Manutenção, com foco em manutenção preditiva, corretiva e proativa. Bacharel em Ciências […]


Master Black Belt, professor, mentor e palestrante com mais de 25 anos de experiência em implementação de melhoria contínua. Ao longo de sua trajetória, formou mais de 4.500 profissionais (Belts) e conduziu projetos que geraram milhões em savings em setores como indústria, logística, hospitais, laboratórios e operações administrativas (office). Bacharel em Ciências Contábeis, possui MBA […]


Com mais de 23 anos de experiência em liderança de operações industriais, gestão de OKRs, transformação cultural e aplicação prática de Lean Manufacturing. Atua como Executivo e Gestor Industrial, Conselheiro em Lean Governance, Mentor Ikigai e Consultor Lean. Possuo cases consistentes de melhora de indicadores como qualidade, eficiência produtiva, clima organizacional, redução de custos e […]


Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial. Consultor com mais de 20 anos de experiência internacional, atuando nas áreas de Excelência Operacional, Gestão e Confiabilidade. Possui trajetória profissional marcada pela busca constante por soluções inovadoras e estratégicas, voltadas à geração de resultados sólidos e sustentáveis.


Especialista na metodologia Lean Six Sigma, com experiência na liderança e suporte de projetos DMAIC e DFSS, além de iniciativas Lean voltadas à otimização de layout, mapeamento de fluxo de valor e instalações industriais. Habilidade na aplicação de ferramentas de qualidade e estatística, como Python, Minitab, FMEA, 8D, DOE, Análise de Regressão, SPC, MSA e […]


Mestre em Engenharia Industrial, com certificações Master Black Belt e Scrum Master. Possui experiência internacional na América, Europa e Ásia, com trajetória marcada pela condução de projetos Lean Six Sigma, implantação de programas de Excelência Operacional e liderança de equipes em ambientes de alta complexidade, alcançando padrões de classe mundial em produtividade, qualidade e segurança. […]


Master Black Belt em Lean Six Sigma, Especialista em Engenharia de Produção e Engenharia da Qualidade. Professor de Pós-Graduação na UNIFOR e Unifanor. Coordenador de Engenharia da Qualidade e Mentor acreditado internacionalmente pelo CSSC, com mais de 2.500 alunos formados nos níveis Green Belt e Black Belt e mais de R$ 7 milhões em ganhos […]


Professor, pesquisador e consultor com ampla experiência nas áreas industrial, hospitalar e educacional. Atuou como consultor em empresas multinacionais e nacionais de médio e grande porte, nos setores de energia, lubrificantes, gasodutos, metalmecânica, healthcare, siderurgia, papel e celulose, telecomunicações, tecnologia da informação, agronegócio e educação. É pesquisador e professor de Engenharia de Produção no CEFET […]


Mais de 4 anos de experiência na liderança de iniciativas voltadas à excelência operacional, performance em Supply Chain e melhoria contínua. Especialista em metodologias como WCOM, TPM e LEAN. Com sólida experiência internacional, atuou como consultor sênior em projetos na Europa e no Brasil. Em 2024, participou da Missão China IA Experience, ampliando sua visão […]


Fundador e Presidente da LEAN WAY Consulting – Brasil e Consultor Sênior da HIRAYAMA Consulting – Japão. Ph.D. em Engenharia de Sistemas de Manufatura (Japão), com formação em Engenharia Metalúrgica, Mestrado em Engenharia de Produção (UFRGS) e MBA em Economia (UCS). Mais de 40 anos de experiência em Gestão de Operações, atua como consultor, mentor […]


Especialista e Consultor em Lean, Projetos e Processos, com ampla experiência em Gestão de Projetos, Melhoria Contínua e Otimização de Processos. Ao longo da carreira, atuou em setores como Óleo e Gás, Construção Naval, Varejo, Mídia e Tecnologia, liderando iniciativas que geraram expressivas reduções de custo e ganhos em eficiência operacional. Sua atuação é marcada […]








O MBA Executivo em Lean Six Sigma Black Belt – Excelência Operacional é voltado para profissionais que desejam liderar projetos de melhoria contínua, maximizar resultados e promover a excelência nos processos organizacionais.
Ao longo do curso, os alunos desenvolverão competências em metodologias Lean, Six Sigma, gestão por processos e ferramentas de análise e resolução de problemas complexos.
Com uma formação sólida e prática, os participantes estarão preparados para assumir posições estratégicas, conduzindo iniciativas de transformação com base em dados e foco na performance, qualidade e eficiência operacional.
Promover a capacitação e a atualização profissional, integrando conhecimentos e práticas consagradas na área de Lean Six Sigma Black Belt – Excelência Operacional
O participante deverá desenvolver, ao longo do curso, uma visão estratégica focada na implementação e melhoria contínua de práticas Lean Six Sigma Black Belt – Excelência Operacional
O estudante deverá ser capaz de identificar e resolver problemas complexos, utilizando abordagens técnicas e metodológicas que suportem a automação, a integração contínua e a resiliência dos sistemas, visando a excelência operacional em organizações públicas e privadas.
Este programa é dirigido a profissionais graduados nas mais diversas áreas de conhecimento que desejam adquirir capacidade em Lean Six Sigma Black Belt – Excelência Operacional para atuar como líderes em organizações ou empreender novos negócios de sucesso
Ao final do curso: MBA Executivo em Lean Six Sigma Black Belt – Excelência Operacional, os alunos estarão aptos a:
A gestão de mudança nas organizações do mundo acontece, quase sempre, com grande grau de inércia. Isso se dá por que a a mudança é algo difícil para todos, embora ser alcançada sempre com o compromisso de todos, principalmente em projetos.
As empresas desejam previsibilidade em seus projetos. Começamos pelos investidores e empresários que exigem a previsibilidade através de políticas de planos de negócios, gestão, processos, metodologias, métodos, técnicas e controles para ajudar a estabilizar as operações.
Para iniciar a mudança é necessário um modelo, conhecer os tipos de mudanças e entender os desafios que ela traz para a organização. Nesse artigo exploraremos esses fatores.
Um Modelo de Gestão de Mudanças
Um modelo de gestão de mudanças é uma forma de ilustrar como as pessoas reagem quando enfrentam mudanças na organização e como a mesma vai conduzir tais mudanças. É preferível que o modelo seja visual e não apenas descrito, pois isso simplifica o entendimento da alta liderança e de todos. Um modelo criado para suportar a mudança organizacional em todos os níveis é apresentado na figura abaixo:
Basicamente existem três tipos de mudanças nas organizações: as mudanças em sistemas, em projetos e organizacional. A figura abaixo mostra a definição, a aplicação e o impacto dessa classificação nas organizações:
Perceba que a identificação do tipo de mudança é fundamental para um escopo de projeto de gestão da mudança, pois mudanças organizacionais envolvem a decisão, por parte da alta liderança e conselho administrativo, da adoção de metodologias ou modelos de gestão como o Lean Six Sigma, WCM, WCOM, ESG, dentre outros. Essa decisão, sempre com o objetivo de obter resultados maiores e sustentáveis, tem impacto em toda a organização.
Ao longo dos anos, observei iniciativas de gerenciamento de mudanças que falharam e as que davam certo, além da aplicação de metodologias de gestão de projetos que tiveram que ser adaptadas para terem sucesso. Os principais desafios para uma iniciativa de gestão da mudança são:
Quer a mudança seja uma implantação de um software de gestão, um novo departamento, a melhoria de um processo, o projeto de um novo layout de instalações ou simplesmente uma nova maneira de fazer as coisas, o objetivo é ajudar as organizações a se adaptarem constantemente às mudanças de mercado. E essa iniciativa deve ser planejada, com apoio de especialistas, e envolvendo a alta liderança para decisões bem sucedidas.
A busca por eficiência, resiliência e competitividade nunca foi tão essencial para as empresas como nos dias de hoje. Em um cenário de mercados voláteis, avanços tecnológicos rápidos e clientes cada vez mais exigentes, a excelência operacional surge como uma estratégia indispensável para garantir o sucesso no presente e a preparação para os desafios do futuro.
Este artigo aborda como a excelência operacional pode transformar os resultados de uma empresa, destacando sua importância na adaptação às mudanças e na construção de um diferencial competitivo duradouro.
A excelência operacional é definida como a capacidade de uma organização de executar suas operações com eficiência, consistência e qualidade, enquanto reduz desperdícios e maximiza recursos. Mais do que um conceito, trata-se de um conjunto de práticas e filosofias que envolvem a melhoria contínua, a inovação e o foco no cliente.
Empresas que adotam a excelência operacional conseguem alinhar seus processos internos para entregar valor ao cliente, ao mesmo tempo em que reduzem custos e melhoram a produtividade. Segundo Slack et al. (2020), a excelência operacional não é apenas uma vantagem competitiva; ela se torna uma necessidade em ambientes onde a concorrência e as mudanças tecnológicas são intensas. O framework abaixo mostra como a Excelência Operacional se relaciona com o Lean e a TPM, e quais ferramentas de gestão são utilizadas em cada metodologia.
Empresas que já alcançaram a excelência operacional relatam benefícios como maior engajamento dos funcionários, redução de erros operacionais e aumento na satisfação dos clientes. Além disso, as organizações que investem em processos eficientes apresentam maior capacidade de adaptação durante períodos de incerteza econômica.
Segundo Joao Orlando de Menezes, DSc, Diretor da Rio Consulting Group, “As pessoas são a chave do sucesso de Programas de Excelência Operacional”, pois elas que geram as melhorias e as mantém. Baseando-se de duas décadas se dedicando a projetos dessa natureza.
Uma empresa preparada para o futuro não é aquela que apenas reage às mudanças, mas sim aquela que antecipa desafios e se adapta rapidamente. Nesse contexto, a excelência operacional atua como um catalisador para a resiliência organizacional.
Resiliência organizacional é a capacidade de uma empresa de absorver impactos e continuar a operar eficientemente durante crises ou mudanças rápidas no mercado. A excelência operacional contribui para essa resiliência ao criar processos robustos, mas ao mesmo tempo flexíveis. Por exemplo, práticas como o mapeamento de processos e a implementação de metodologias Lean e Six Sigma ajudam a identificar gargalos e criar fluxos de trabalho mais ágeis.
Segundo Liker e Meier (2006), empresas que implementam práticas de melhoria contínua, como o Lean Management, conseguem reduzir significativamente o tempo de resposta a mudanças. Essas organizações são capazes de reconfigurar seus processos internos de forma rápida, mantendo a entrega de valor ao cliente mesmo em meio a crises. Em nossos clientes de siderurgia já alcançamos a redução de um tempo de setup de 13h às 2:40h, isso gerou savings consideráveis para o processo de fundição.
A figura abaixo mostra um dos Painéis de Controle do Portfolio de Excelência Operacional de uma empresa cliente, que através das métricas certas pode-se medir o desempenho dos projetos e resiliência do Programa de Excelência Operacional.
Programas resilientes são aqueles que continuam investindo em treinamento e certificação de seus funcionários, como diz Aluisio Monteiro, Master Black Belt em Lean Six Sigma e professor e pesquisador do curso de Engenharia de Produção do CEFET-RJ/UnedNI, e autor de mais de 100 artigos sobre o tema, “quanto mais funcionários treinados, mais engajamento, mais kaizens e mais savings“.
Além de preparar a empresa para enfrentar desafios externos, a excelência operacional também cria vantagens competitivas no mercado. Processos otimizados permitem que as empresas inovem mais rapidamente e entreguem produtos ou serviços de maior qualidade. Isso não apenas fortalece a retenção de clientes, mas também aumenta a atratividade da marca.
Quanto mais funcionários treinados, mais engajamento, mais kaizens e mais savings. Aluisio Monteiro
A excelência operacional é mais do que uma metodologia de eficiência; ela é um componente estratégico para preparar empresas para o futuro. Ao implementar práticas de melhoria contínua, reduzir desperdícios e criar processos resilientes, as organizações podem enfrentar desafios com mais confiança e aproveitar oportunidades de mercado.
Empresas que investem em excelência operacional hoje estarão melhor posicionadas para competir em um futuro cada vez mais incerto e desafiador. A chave para o sucesso está em integrar a excelência operacional como parte do DNA organizacional, criando uma cultura de inovação e melhoria contínua.
A aplicação da Excelência Operacional na gestão da produção envolve a adoção de uma abordagem sistemática e focada na melhoria contínua dos processos.
A gestão da produção é complexa por ter como requisitos competência técnica, uso de equipamentos específicos e tecnologia, contratação, formação e reciclagem de profissionais em grande escala, a gestão de ativos a um custo alto e a necessidade de uma estratégia constantemente alinhada com o mercado.
Mesmo assim a solução é a adoção de boas práticas de Excelência Operacional por motivos de resultados imediatos a um custo muito baixo, basicamente consultoria e treinamento de pessoas.
A Excelência Operacional é um conjunto de metodologias, frameworks, técnicas e ferramentas de gestão com objetivo de alcançar desempenho superior aos concorrentes em termos de valor agregado aos clientes, e sobretudo na operação diária. Em um artigo anterior eu relato que, a Excelência Operacional se inicia através da organização de metodologia e ferramentas.
A primeira ação para a sua aplicação é o treinamento e certificação de profissionais em Excelência Operacional, isso requer aprendizados dos colaboradores da operação, gerência e alta liderança em metodologias de Supply Chain Management, BPM (Business Process Management), Lean Six Sigma, World Class Operations Management (WCOM), Total Productive Maintenance (TPM), Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC), dentre outras. Pois através de treinamento específico os funcionários poderão desempenhar bem as suas atividades, contribuir melhor para a melhoria dos processos e o alcance dos objetivos e metas da empresa.
Uma forma complementar é criando Salas de Guerra, Salas de Controle ou Salas de Gestão nas empresas. Nesses ambientes, criados em um local estratégico das fábricas e empresas de serviço, se ordena a metodologia de gestão que se pretende aplicar (Lean, Lean Six Sigma, WCM, TPM, BSC, Planejamento Estratégico, dentre outras), as ferramentas, documentos, manuais, modelos e quadros de gestão visual utilizados diariamente.
Aqui estão algumas estratégias-chave para implementar a excelência operacional na gestão da produção:
O diagrama abaixo resume as principais boas práticas de gestão da produção que levam a excelência operacional em indústrias de todas as categorias:
Ao aplicar essas estratégias, as empresas podem alcançar a excelência operacional na gestão da produção, resultando em maior eficiência, qualidade aprimorada, redução de custos e maior satisfação do cliente.
É importante lembrar que a busca pela Excelência Operacional é um processo contínuo, exigindo monitoramento constante, análise de dados e ajustes conforme necessário. Sobretudo de um C-Level capacitado e alinhado com os requisitos de competitividade do mercado.
As organizações enxutas parecem trabalhar de maneira simples e operar com uma calma inata. Eles removeram grande parte da complexidade que inibe o desempenho de outras empresas, mas atingir esse nível de simplicidade não é fácil. Em The Simplicity of Lean, Philip Holt fornece um manual abrangente dos princípios Lean, apresentado de uma maneira acessível e fácil de aplicar.
Segundo Philip Holt [1], a simplicidade do Leané tornar as organizações mais eficientes e eficazes. Para isso acontecer é necessário o contexto adequado para aplicar o pensamento enxuto e tornar a transformação Lean bem-sucedida.
A vantagem competitiva, principalmente a vantegem alcançada rapidamente é sempre buscada pelo C-Level das empresas. Investe-se em tecnologia, IA, Machine Learning, Big Data e sobre tudo em metodologias de gestão. Nesse ponto, a Excelência Operacional é o objetivo mais buscado, pois impacta rapidamente em resultados da empresa e nos concorrentes.
Contudo, eu sempre disse nas disciplinas de graduação, pós-graduação e treinamentos que a Execlência Operacional dá muito trabalho em manter, mas é extremamente lucrativa e vantajosa.
Isso se dá pelo seu baixo custo de implantação, pelo foco em resultados do Lean, pela sua sustentação interna baseada em motivação, pelos resultados rápidos e visíveis.
Nos resultados da pesquisa de Raffaella Sadun, Nicholas Bloom e John Van Reenen, da Harvard Business School, a importância da boa gestão e da excelência operacional foi claramente demonstrada, concluindo que “Ninguém jamais argumentou que a excelência operacional não importa . Mas defendemos que deve ser tratado como um complemento crucial para a estratégia – e que isso é verdade agora mais do que nunca. ”
Os kaizens são a forma mais simples de aplicar os conceitos do Lean nas empresas. É através dos kaizens que se materializa e executa a melhoria contínua, de forma consistente e real.
Os kaizens propostos em uma empresa gera impacto que todos podemos causar com sua adoção, como uma forma fundamental de pensar e agir. O líder Lean (coordenador de melhoria contínua, gerente de qualidade, Black Belt, etc) entregará excelência para sua organização, mas para isso, Lean Six Sigma tem que refletir como você pensa e quem você é.
Uma das características mais marcantes do modelo de gestão Lean é a sua simplicidade. Ele se baseia em princípios fundamentais que podem ser aplicados de forma direta e intuitiva. Esses princípios incluem a identificação e eliminação de desperdícios, o envolvimento e capacitação dos colaboradores, o foco na qualidade e o aprimoramento contínuo dos processos. E quais os elementos que tornam o Lean simples e efetivo? Veja cada um deles:
A figura abaixo mostra as características que tornam a simplicidade do Lean insuperável frente às demais metodologias de gestão:
[1] Holt, Philip, The Simplicity of Lean: Defeating Complexity, Delivering Excellence. Management Impact Publishing, 2019.
Os líderes desempenham um papel fundamental no sucesso de uma organização, influenciando e motivando suas equipes a alcançar metas e objetivos. Ao examinar as principais características e comportamentos dos líderes eficazes, este artigo busca fornecer uma compreensão mais profunda de como eles obtêm bons resultados.
Os líderes eficazes são capazes de inspirar, comunicar, tomar decisões acertadas e cultivar um ambiente de trabalho positivo. Além disso, eles também demonstram habilidades de delegação, capacidade de adaptação e uma mentalidade voltada para o crescimento.
Liderar uma equipe ou organização rumo ao sucesso é um desafio complexo, que requer uma combinação de habilidades, conhecimentos e traços pessoais. Enquanto alguns líderes podem parecer naturalmente talentosos, a realidade é que o sucesso de um líder está enraizado em suas ações e comportamentos. Neste artigo, vamos explorar o que os líderes realmente fazem para obterem bons resultados e como eles podem impactar positivamente suas equipes e organizações.
A liderança é uma competência comportamental que pode ser aprendida, portanto, desenvolvida em qualquer um ser humano. Programas de liderança e mentoria podem ajudar profissionais a se tornarem melhores líderes.
Segundo Abilio Diniz, para ser um líder bem sucedido tudo tem que ser muito bem planejado e com prioridades claras. “A gente é vencedor por opção. Escolhemos o que fazemos na vida”. Para o empresário, empresas vencedoras precisam ter quatro premissas básicas: almejar além do lucro, saber gerir pessoas e ter uma cultura e liderança fortes.
Joseph Safra foi um grande banqueiro, um verdadeiro empreendedor que construiu o Grupo Safra no mundo, obtendo sucesso por sua seriedade e visão de negócios. Foi um grande líder e muito respeitado dentro e fora da organização, era motivador, tratava seus funcionários com respeito, cultivava um ambiente de trabalho positivo e de comunicação clara e objetiva. Viveu uma vida exemplar, simples e reservada, sem ostentação, longe da exposição geral. Hoje o banco Safra anunciou mudanças no comando da instituição, onde Alberto Monteiro passa a ocupar a presidência do banco.
Um outro caso emblemático de liderança foi o de Jack Welch, CEO da General Eletric, que impressiona pelos números. Quando assumiu a direção do conglomerado, em 1981, a companhia valia US$ 14 bilhões. Vinte anos depois, seu valor de mercado atingiu US$ 600 bilhões. Welch cumpriu sua ambição de elevar a GE ao posto de empresa mais valiosa do mundo, através de um modelo de gestão (o Six Sigma) que fez com que o grupo obtivesse muito sucesso em seu período na posição de líder.
Em um artigo escrito por mim para a Rio Consulting Group, apresento um framework com um modelo de desenvolvimento de liderança porposto por Julian Birkinshaw, Maya Gudka e Steve Marshall e publicado pela Harvard Business Rewiew, que considera três elementos mostrados na figura abaixo:
Com a figura fica claro que, para desenvolvermos liderança, precisamos estudar (de preferência em um bom programa de liderança), buscar experiência de trabalho e ter interação com outras pessoas.
Segundo Kotter (2001), gestão é lidar com a complexidade, pois sem uma boa gestão, as empresas tendem a tornar-se caóticas de formas a porem em risco a sua própria existência. Uma boa gestão traz ordem e consistência a dimensões-chave do negócio como a qualidade, nível de atendimento dos clientes, a rentabilidade dos produtos ou a distribuição dos estoques em toda a cadeia de suprimentos.
Liderança, por outro lado, trata de lidar com a mudança como: a competitividade do mundo atual, conectado e integrado através de sistemas integrados de gestão (ERP – Enterprise Resource Planning), maior concorrência internacional, a desregulamentação dos mercados e as mudanças do perfil da força de trabalho estão entre os muitos fatores que contribuíram para esta mudança e aumento da competitividade mundial e local.
A diferença está basicamente em organização e direção, pois ninguém ainda descobriu como gerenciar as pessoas de forma eficaz na guerra; pois todos devem ser liderados em vez de organizados.
Ninguém ainda descobriu como gerenciar as pessoas de forma eficaz na guerra.
A gestão garante o cumprimento do plano por meio do controle e da resolução de problemas. Monitorando os resultados versus o plano inicial por meio de relatórios, reuniões e outras ferramentasde gestão, para identificar desvios, em seguida planejar, executar, controlar e analisar os problemas do dia a dia. Contudo, para a liderança, alcançar uma visão requer motivar e inspirar – manter as pessoas na direção certa, apesar dos principais obstáculos à mudança, apelando para necessidades, valores e emoções humanas básicas.
Um exame mais atento das ações mais assertivas de líderes revela as seguintes habilidades e competências:
Os líderes eficazes desempenham um papel crucial na obtenção de bons resultados. Suas ações e comportamentos têm um impacto significativo na motivação, desempenho e eficácia de suas equipes. Ao inspirar, comunicar, tomar decisões acertadas, cultivar um ambiente de trabalho positivo, delegar adequadamente, adaptar-se às mudanças e promover uma mentalidade de crescimento, os líderes podem criar um ambiente propício ao sucesso. Portanto, é essencial que os líderes estejam dispostos a desenvolver suas habilidades e se esforçar para se tornarem líderes mais eficazes, a fim de obterem bons resultados tanto para si mesmos quanto para suas equipes e organizações.
[1] Kotter, Jonh P., What Leaders Really Do. Harvard Business Review, 2001.
[2] Monteiro, Aluisio, Você Pode Ser Um Grande Líder Sem Ter Expertise Técnica?RCG, 2023.
Os indicadores de desempenho desempenham um papel fundamental na avaliação do sucesso de uma organização. Eles fornecem informações valiosas sobre o desempenho operacional, a eficiência dos processos e a obtenção de metas e objetivos. No entanto, é essencial considerar uma ampla gama de indicadores para obter uma visão completa do desempenho de uma empresa.
Além dos aspectos financeiros, como receita, lucro e retorno sobre o investimento, é igualmente importante medir e avaliar o desempenho humano. Os indicadores de desempenho relacionados aos recursos humanos podem incluir taxa de rotatividade, absenteísmo, satisfação dos funcionários, produtividade individual e coletiva, entre outros. Esses indicadores ajudam a identificar áreas de oportunidade e a implementar estratégias para melhorar o desempenho humano.
Para atuar como gestor de projetos pode-se medir o desempenho baseado em alguns Fatores de Resiliência em Projetos. A tabela abaixo mostra um exemplo de avaliação do potencial de quatro profissionais para a área de gestão de projetos:
A perda de potencial humano, uma das 8 perdas Lean, ocorre quando os talentos e habilidades dos colaboradores não são adequadamente aproveitados e desenvolvidos. Essa perda pode ser resultado de uma série de fatores, como falta de motivação, ambiente de trabalho desfavorável, falta de oportunidades de crescimento e desenvolvimento, entre outros. Para evitar essa perda, é necessário medir e avaliar sistematicamente o potencial humano nas organizações.
Alguns exemplos de perdas de potencial humano que podem ocorrer nas organizações:
Esses são apenas alguns exemplos de ganhos através do potencial humano que podem ocorrer nas organizações. A figura abaixo mostra três iniciativas na VALE, na LOLA COSMETICS e no Instituto Rogério Steinberg de aproveitamento do potencial humano:
Os indicadores de desempenho e métricas de medição não devem se limitar apenas a aspectos financeiros nas organizações. É fundamental considerar o potencial humano como um componente crítico do sucesso organizacional. Identificar e medir a perda de potencial humano permite que as organizações tomem medidas corretivas, como o desenvolvimento de programas de treinamento, a melhoria do ambiente de trabalho e a criação de oportunidades de crescimento.
Ao adotar uma abordagem holística para a avaliação do desempenho, as organizações podem otimizar seu capital humano e alcançar resultados sustentáveis a longo prazo.
Jeffrey Liker, professor de engenharia industrial e operacional na University of Michigan, escreveu uma obra (Toyota Way ou O Modelo Toyota) que considera 14 principios que observou na Toyota Motor Company, que servem como referência para o sucesso da operação diária dessa empresa.
Nele, Liker explora os princípios e práticas que tornaram a Toyota uma das empresas mais bem-sucedidas e admiradas do mundo. O autor considera que para o sucesso da Toyota está a filosofia de gestão conhecida como Toyota Way, que se baseia em 14 princípios fundamentais.
Neste artigo, vamos explorar esses princípios e entender como eles são aplicados na busca pela excelência operacional e pela criação de valor para os clientes.
Princípios são verdades ou juízos fundamentais, que servem de alicerce para um padrão de comportamentos de um grupo de pessoas. A filosofia de gestão de uma empresa é o espectro da GESTÃO ESTRATÉGICA que reflete a MISSÃO, a VISÃO e os VALORES da mesma. A filosofia é tão importante que ela serve como guia de comportamento onipresente junto a todos os funcionários, norteando as ações de todos em uma direção definida.
Segundo Liker, a Toyota possuem uma filosofia de gestão de longo prazo que está na base de uma pirâmide de princípios, chegando ao topo da mesma com uma filosofia de aprendizado contínuo. Ele considerou 4 níveis de princípios divididos em:
Os princípios que Liker observou na Toyota são a sua base de sucesso no mundo, são eles:
A figura abaixo resume os princípios do Modelo Toyota e os níveis de classificação:
Os 14 Princípios do Toyota Way são os alicerces que sustentam a cultura e o sucesso da Toyota. Esses princípios têm sido aplicados e refinados ao longo de décadas, resultando em uma abordagem única para a excelência operacional e a criação de valor para os clientes.
Ao adotar esses princípios, outras organizações podem buscar melhorias contínuas, redução de desperdícios e uma cultura de resolução de problemas. Através da implementação dos 14 Princípios do Toyota Way, as empresas podem buscar a excelência operacional e alcançar resultados excepcionais.
Os japoneses acreditam que sete é um número da sorte, e é por isso que identificam os “sete desperdícios” em um processo, embora saibamos que existem pelo menos oito, ao longo do tempo a pesquisa, a observação e a experiência me tenham mostrados mais desperdícios que podem ser evitados nas empresas.
Esse artigo irá apresentar outros desperdícios que devem ser considerados nos processos das empresas.
Sob a perspectiva Lean, o “desperdício” do potencial humano pode ser visto de duas perspectivas: potencial mal utilizado ou potencial inexplorado. O potencial mal utilizado pode resultar da não utilização de uma habilidade ignorada pelo gestor em uma atividade de trabalho. Por exemplo, o não aproveitamento de um funcionário que possui uma especialização, um curso ou até mesmo uma certificação na área de conhecimento do projeto que está sendo realizado.
O potencial inexplorado é muitas vezes o resultado de os gestores presumirem que os seus funcionários não fazem nada após o trabalho, não se desenvolvem, não estudam ou não praticam nenhum esporte. Desperdiçando muito potencial em atividades específicas, projetos paralelos que poderiam acontecer, resolvendo problemas fora do alcance do gestor, etc.
Outra forma de desperdício de pessoas decorre da competição entre equipes da mesma organização. A cooperação pode eliminar muitos esforços desperdiçados, pois isso é uma questão de liderança. Economizando tempo, esforços, muito desgaste com a competição interna.
Ao procurar oportunidades para reduzir ou eliminar o desperdício, esteja atento a retrabalho, reprogramação, redesenho, nova verificação e rejeição em processos internos na empresa. Conhecer e observar o potencial da sua equipe é fundamental para o sucesso da organização. Essa informação é conhecida durante entrevistas e feedbacks. Por exemplo a escolha de um consultor para liderar um projeto no Egito, pelo seu perfil de líder de um time de futebol na zona norte do Rio de Janeiro há anos.
A seleção de um líder de um Programa de 5S em uma grande empresa a partir das suas habilidades de negociação com a compra de gado para a fazenda de seu pai. São exemplos importantes dessa abordagem.
Nas empresas é necessário considerar os resíduos no contexto do ambiente e da utilização de energia. O termo “green lean” descreve esta abordagem, que através de ações de reaproveitamento de materias podemos sempre gerar ganho a todos e a sociedade.
As embalagens e a utilização de materiais inadequados (muito pesadas, com muito plástico, etc) são alvos óbvios, contudo a água e energia, que são recursos utilizados na produção de embalagens possivelmente desnecessárias são outra perspectiva. veja alguns exemplos de desperdícios na sociedade, que se evitados nos tornarão mais próximos do objetivo de sermos verdes:
A grande maioria dos desperdícios citados e descritos são vistos de uma perspectiva interna. São os desperdícios causados ao cliente por ações internas com atividades sem valor agregado ou sem valor agregado e necessárias.
Considerando que um dos princípios-chave do pensamento Lean é proporcionar valor ao cliente, o que os clientes veem do ponto de vista do desperdício? Alguns exemplos do nosso dia a dia:
Lembrado e enviado por Alexandre Vaz (Black Belt em Lean Six Sigma), existe ainda o desperdício digital, que é o uso ineficiente de recursos digitais em uma organização. Ele pode ser causado por uma variedade de fatores, incluindo:
O desperdício digital [1] pode ser definido como uma qualquer atividade realizada digitalmente que não agregue valor às pessoas, materiais, máquinas, métodos e medidas em uma empresa lean digital. Esta perda pode ser classificada como ativa ou passiva.
A figura abaixo mostra as categorias de desperdício digital.
O aprendizado aqui é que todas as formas de desperdício, sejam elas internas ou externas, são muito caras para todos nós!
Fontes:
[1] MARCONDES, G. B., ROSSI, A.H.G., SOUZA, M. P., PONTES, J., DESPERDÍCIO DIGITAL NO CONTEXTO DO LEAN 4.0: PRINCIPAIS DIRECIONAMENTOS DE PESQUISA Enegep, 2022.
Lean, or Lean management, is an organizational culture based on the management philosophy, values, and methods, which strives “to contribute to the sustainable development of society and the earth through the manufacturing and provision of high-quality and innovative products and services”. Lean results in a significant increase in production efficiency and product quality.
In part, all Lean Manufacturing concepts are applied to traditional project processes, making them more agile, lean and cheaper.
Lean Project Management is the application of lean manufacturing principles to the practice of project management. It aims to maximize value while minimizing waste throughout the project process. Lean manufacturing principles and have since been applied to various industries, including project management.
Lean manufacturing identifies three types of waste: muda, muri, and mura (known collectively as the 3M).
Lean project management aims to reduce the 3M within the project process.
The key principles of lean project management are as follows:
Organizations that adopt lean project management can benefit from reduced lead times, lower inventory and storage costs, decreased overall costs, improved productivity and efficiency, greater quality, and customer satisfaction.
Here are some examples of industries that have successfully implemented lean project management:
Companies that apply Lean Project Management include Toyota, Gerdau, Ball, Dell, Fedex, Nike, Harley-Davidson, among others.
Lean Project Management brings an agile and lean footprint, which unites generations X, Y and Z. And it guarantees the delivery of project value on time, at cost and meeting the promised scope. This is done through the lean philosophy, consistent with the use of numerous tools applied to the project and the product or service delivered.
Você está se preparando para se tornar um Gerente de Melhoria Contínua, mas não sabe por onde começar?
Com o crescimento do mercado de consumo no mundo pós pandemia, as cadeias de suprimentos do mundo cresceram e se digitalizaram, igualmente aumentou a necessidade da melhoria dos processos nas empresas, de fornecedores de segunda camada até os varejistas que atendem o cliente final. E com isso, o interesse de muitos profissionais e estudantes na carreira de melhoria contínua que envolve desde analistas, engenheiros, gerentes, diretores e CEOs.
Estamos todos buscando eficiência em nossas operações e a metodologia e as ferramentas de melhoria contínua são o caminho para esse objetivo.
As principais funções que um profissional pode ocupar nessa carreira são:
Nesse artigo, reuni uma lista que serve como ponto de partida para a escolha de uma futura carreira como gerente de melhoria contínua. Nessa lista inclui itens que você deve considerar antes de iniciar uma carreira em projetos em melhoria contínua.
O que devemos considerar, buscar e refletir sobre a carreira em melhoria contínua:

Atualize suas habilidades, domine as tecnologias mais recentes e obtenha a vantagem competitiva necessária para avançar em sua carreira e ocupar as vagas mais promissora do mercado.

Desenvolva relacionamentos valiosos com os maiores especialistas da área de defesa e estratégia nacional e amplie suas oportunidades de colaboração, mentoria e posicionamento no mercado.

Estude em uma instituição de ensino reconhecida por sua excelência de ensino e conquiste um diploma de alto valor para o mercado de trabalho
O curso é muito bom, prepara para Gerenciar Projetos na Prática.
O curso superou as minhas expectativas. Os professores foram excelentes e o atendimento foi rápido, foi eficiente. Já indico o BSB e pretendo realizar novos cursos. Muito obrigado.
O Curso é realmente muito bom. Aprendi muitas coisas, e o melhor, na prática. Já havia visto alguns assuntos em uma cadeira da faculdade, (Gestão da Qualidade), mas fazer atividades práticas ajudou muito mais no entendimento.

Estamos de prontidão para te atender e tirar todas as suas dúvidas